Strategic Management, Corporate Governance, Entrepreneurship, Risk Management, Internal Controls, Internal Audit
Thursday, July 20, 2017
Saturday, May 13, 2017
Para empreender não basta ter vontade!
Vontade de empreender faz parte do sonho do brasileiro. Ser dono de sua vida, ter seu próprio negócio, segundo o SEBRAE esta entre as cinco aspirações do brasileiro. Esta vontade aumenta quando o país passa por crise econômica e torna volátil o emprego.
Empreender é transformar uma ideia em ação, é fazer dela um negócio, para isto é necessário ter a atitude e mentalidade para buscar fazer a diferença, é ter foco e muita resiliência.
Além disto é ter um considerável apetite a risco!
Um significativo numero de empreendimentos morrem antes de completar o seu quinto ano de vida, não porque a ideia não é boa, mas sim por falta de gestão e controle financeiro. O empreendedor por oportunidade tem maiores chances de perenidade do que o empreendedor por necessidade, pois, este tem menor preparo, empreende pelo desespero.
Optar por uma franquia pode auxiliar no processo de iniciar um negócio, contudo, em sua grande maioria, o capital inicial é alto, e o retorno pode passar de 36 meses. Se você esta desempregado ou não tem uma receita mensal fixa, tem que tomar muito cuidado, pois, por algum tempo você não terá possibilidade obter "pro-labore" do negócio.
O seu dimensionamento de capital para empreender deve levar em conta um período de pelo menos 24 meses sem nenhuma retirada. Seja conservador em sua análise; sua mente deve estar pensando grande, mas os seus pés devem estar no chão!
Empreender é um processo que dura 24 horas, 7 dias por semana, então esteja preparado para isto. É necessário ser persistente. Saiba que enquanto alguns estiverem tomando choop, você estará trabalhando, por isso empreender não é para todos.
Sempre me perguntam qual o melhor negócio para empreender, e minha resposta é procure aquilo que realmente você gosta de fazer, pois empreender não deve ser um fardo, mas sim um prazer . Busque algo que esteja alinhado com seus valores.
Além disto, procure algo que solucione um problema, que crie uma oportunidade, que seja inovador.
Seja criativo, crie o hábito de observar ao seu redor, sempre existem oportunidades para inovação. A economia criativa e também a colaborativa já é uma realidade, busque entender e se associar em um centro de coworking, startup ou incubadoras.
A inovação acontece quando você esta descontente com algo ou situação. Buscar algo que tenha um propósito para a melhoria da sociedade é fundamental para os dias de hoje. Busque algo diferente.
É importante ouvir as lições de empreendedores de sucesso, contudo, saiba que nem tudo é "glamour", procure também ouvir aqueles que falharam, os insucessos, pois, trazem muitas lições.
Seja humilde, busque apoio, você não tem como fazer tudo. Ouvir a intuição é importante, mas não deixe de criar um plano de negócio, planeje a execução, monitore os resultados, tome as ações corretivas. Se recicle constantemente.
Comece pequeno, com um passo de cada vez, mas não é por isso que você tem que sonhar pequeno; sonhe grande, a energia gasta é a mesma, mas tenha consciência que isto é uma jornada!
Sucesso!
Empreender é transformar uma ideia em ação, é fazer dela um negócio, para isto é necessário ter a atitude e mentalidade para buscar fazer a diferença, é ter foco e muita resiliência.
Além disto é ter um considerável apetite a risco!
Um significativo numero de empreendimentos morrem antes de completar o seu quinto ano de vida, não porque a ideia não é boa, mas sim por falta de gestão e controle financeiro. O empreendedor por oportunidade tem maiores chances de perenidade do que o empreendedor por necessidade, pois, este tem menor preparo, empreende pelo desespero.
Optar por uma franquia pode auxiliar no processo de iniciar um negócio, contudo, em sua grande maioria, o capital inicial é alto, e o retorno pode passar de 36 meses. Se você esta desempregado ou não tem uma receita mensal fixa, tem que tomar muito cuidado, pois, por algum tempo você não terá possibilidade obter "pro-labore" do negócio.
O seu dimensionamento de capital para empreender deve levar em conta um período de pelo menos 24 meses sem nenhuma retirada. Seja conservador em sua análise; sua mente deve estar pensando grande, mas os seus pés devem estar no chão!
Empreender é um processo que dura 24 horas, 7 dias por semana, então esteja preparado para isto. É necessário ser persistente. Saiba que enquanto alguns estiverem tomando choop, você estará trabalhando, por isso empreender não é para todos.
Sempre me perguntam qual o melhor negócio para empreender, e minha resposta é procure aquilo que realmente você gosta de fazer, pois empreender não deve ser um fardo, mas sim um prazer . Busque algo que esteja alinhado com seus valores.
Além disto, procure algo que solucione um problema, que crie uma oportunidade, que seja inovador.
Seja criativo, crie o hábito de observar ao seu redor, sempre existem oportunidades para inovação. A economia criativa e também a colaborativa já é uma realidade, busque entender e se associar em um centro de coworking, startup ou incubadoras.
A inovação acontece quando você esta descontente com algo ou situação. Buscar algo que tenha um propósito para a melhoria da sociedade é fundamental para os dias de hoje. Busque algo diferente.
É importante ouvir as lições de empreendedores de sucesso, contudo, saiba que nem tudo é "glamour", procure também ouvir aqueles que falharam, os insucessos, pois, trazem muitas lições.
Seja humilde, busque apoio, você não tem como fazer tudo. Ouvir a intuição é importante, mas não deixe de criar um plano de negócio, planeje a execução, monitore os resultados, tome as ações corretivas. Se recicle constantemente.
Comece pequeno, com um passo de cada vez, mas não é por isso que você tem que sonhar pequeno; sonhe grande, a energia gasta é a mesma, mas tenha consciência que isto é uma jornada!
Sucesso!
Sunday, April 9, 2017
O sucesso do empreendedorismo passa pela proteção do caixa.
Como já disse em outros posts, a nova economia estará muito mais propicia para que os profissionais estejam mais voltados para o empreendedorismo do que para um emprego formal. Empregos como conhecemos estão em caminho de extinção.
Empreender não é simples e precisa de uma boa dose de resiliência e perseverança por parte do empreendedor. Não acredite somente nas histórias de sucesso, pois existem muito mais insucessos do que sucesso.
É o risco de empreender! Não tem como fugir.
Não basta ter vontade, e nem somente "tino" comercial. Tenho visto muitos bons negócios, naufragarem pela falta de estrutura do empreendedor em reconhecer que precisa de muito mais do que isto para ter sucesso.
Atualmente, empreender poderá ser, para alguns profissionais, a única saída para o desemprego. É uma decisão difícil a qual será tomada em um momento de forte emoção, então todo cuidado é pouco.
Recomendo que leiam dois posts de outubro e novembro de 2013, o primeiro com o título: Você já pensou em ter seu negócio próprio? e segundo: Quer iniciar um empreendimento? então antes responda esta questões.
Para que exista uma maior chance de sucesso, não ignore alguns itens de gestão, se não sabe ou tem alguma duvida, pergunte a um profissional, não tenha receio.
Escolha algo que você goste, que tenha aptidão. Cuidado com franquias, estude muito, fale com franqueados, não tome decisão sem antes ter se cercado de todas as informações.
Elabore um plano de negócio, simples, mas que você consiga ter uma visão realista do valor de investimento e de seu retorno. Lembre-se, nos primeiros doze meses você não irá conseguir ter algum ganho para sua sobrevivência.
Outra coisa, dinheiro em banco não é lucro! Ele pode estar comprometido no fluxo financeiro da empresa, então tenha controle deste fluxo através de um relatório simples onde sejam visualizados dois pontos importantes: 1 - os valores a receber, real e estimado, 2 - os desembolsos conhecidos e também estimados. Ambos para um prazo de 30 a 60 dias.
Cuidado com a formação de preço, pois é muito normal chegar em uma empresa e deparar com preços negativos e/ou com margem muito diferente do que o empreendedor pensa que tem.
O primeiro sintoma de que algo esta errado, podendo ser devido a precificação equivocada, é a falta de dinheiro contínua para fazer frente às obrigações.
Uma forma de controlar isto, além de ter um processo estruturado de formação de preço de vendas, é elaborar mensalmente um demonstrativo de resultado, de forma que possa conhecer a margem de contribuição e o resultado operacional, lucro ou prejuízo. Não tem contabilidade? Então monte este controle pelo regime de caixa, de forma hibrida, com as vendas faturadas e com as despesas pagas.
Observem que são dois controles de extrema importância para que você possa tomar as ações necessárias para o equilíbrio financeiro do empreendimento.
Tenha em mente que o "quebra" uma empresa é a falta de dinheiro, e não a falta de lucro! Dinheiro é fato, ou você tem ou não tem!
Então proteja o caixa da empresa, a médio e longo prazo!
Boa sorte!
Saturday, March 11, 2017
A inércia nossa de cada dia, morte lenta dos profissionais e empresas.
Tanto as empresas, como as pessoas, sofrem da síndrome da inércia, entendendo é termo como falta de reação, imobilismo, estagnação, enfim, o estado de imobilismo caracterizado pela ausência de reação.
Nós, seres humanos temos uma facilidade de nos posicionarmos em uma "zona de conforto". Isto fica muito nítido quando observamos o ambiente corporativo, qualquer mudança gera muita insatisfação. Temos uma resistência demasiadamente forte quando nos deparamos com algo que irá nos fazer sair desta "zona de conforto".
Vejo isto acontecer no processo de implantação de um novo sistema eletrônico de processamento de dados, na definição de um novo formato de gestão, como por exemplo, no processo de gerenciamento de riscos. Sempre que houver uma mudança no "status quo", haverá uma força contrária que denominamos como resistência à mudança.
Mesmo empresas emergentes de sucesso, empresas da nova economia, uma vez estabelecida, tem a tendência de se tornar uma empresa conservadora, entrando no caminho inercial da gestão.
Esta síndrome da inércia destrói lentamente a capacidade de reinvenção das empresas, como dos profissionais. Ela inibe a capacidade de inovação da empresa e do profissional, e elimina qualquer chance de existência da inovação disruptiva. Precisamos entender que a capacidade de inovar através da ruptura de antigos modelos de negócios é essencial e fundamental para as organizações e profissionais manterem sua perenidade no mercado, de forma sustentável.
Sempre digo aos profissionais mais jovens que eles devem estar mais preocupados com a empregabilidade do que com o emprego, até porque, o emprego como conhecemos está em processo de extinção. Ter empregabilidade é poder oferecer a capacidade, conhecimento e habilidade que o mercado necessita.
Uma empresa ou um profissional terá sucesso quando tiver em seu portfólio a capacidade de solução para um problema existente, ou um problema ainda não percebido como problema. Uma empresa existe para resolver um problema de seu cliente, o mesmo acontece com um profissional, ele esta lá para resolver um problema para sua organização, que nada mais é do que seu cliente.
Precisamos entender que problema gera oportunidade! A inovação nasce de nossa insatisfação com uma situação, contudo a síndrome da inércia não nos permite enxergar desta maneira, e continuamos a pensar negativamente sobre problemas, que são dificuldades, que trazem mais estresse, dor de cabeça, muitas horas de trabalho e etc.
Somos todos formiguinhas, levantamos sempre na mesma hora, fazemos sempre o mesmo caminho, chegamos do mesmo jeito, falamos com as mesmas pessoas, tomamos o cafe no mesmo horário e assim passamos nossa vida.
Se fazemos tudo sempre do mesmo jeito, por qual razão vamos esperar resultados diferentes, isto é insano, como explica Einstein.
E se vemos tudo como sempre vimos, de que forma vamos encontrar oportunidades que estão escondidas nas oportunidades por trás das mudanças?
Se não sairmos de nosso "casulo", se não olharmos e entendermos o mundo ao nosso redor, nunca poderemos inovar. Uma empresa ou um profissional sem inovação, estará ultrapassado rapidamente. O desemprego atual é motivado pela crise econômica, contudo, uma parcela é consequência de profissionais que ficaram muito tempo parado em sua "zona de conforto", sofrendo da síndrome da inércia.
É justamente nesta fase de desemprego que o profissional, no meio do caos, terá a chance de se reinventar. O mesmo acontece com as empresas, é na crise que ela é forçada a se movimentar. Não é melhor momento para isto, pois os fatores emocionais estão muito presentes.
Estamos passando por um momento de profundas mudanças, sejam elas na relação da sociedade com o capital, na forma de se fazer negócios, na globalização das corporações e nas necessidades sociais e políticas. Ao invés de olharmos isto de forma negativa, devemos observar ao nosso redor e enxergar as inúmeras oportunidades que existem e que precisam de uma solução, uma solução realmente inovadora, que deixa de lado tudo aquilo que conhecemos.
Para isto, nem a empresa e nem o profissional podem se acomodar em seu sucesso atual, pois ele é efêmero. Precisamos esta em constante movimentação, procurando caminhos ainda não trilhados ou buscar uma nova forma de fazer algo que já esta sendo feito.
A inovação tradicional é o atributo que permite melhorias em uma ordem existente. Logicamente ela é importante, contudo ela não é revolucionaria, não traz nada que mude esta ordem existente, apenas contribui com a evolução. Este é o tipo de inovação que mais esta presente nas corporações. A inovação disruptiva por sua vez, "destrói" a ordem existente e cria uma nova ordem.
Este termo não é novo, foi cunhado pelo Prof. Christensen de Havard, baseado na teoria do economista austríaco Joseph Schumpeter que em 1939 criou o conceito de "destruição criativa" para explicar os ciclos de negócios no mundo capitalista.
Para finalizar, o profissional, empreendedor ou empresa que quiser ter sucesso na nova economia precisa ter a consciência da mudança e contar com um processo que constantemente o auxilia a questionar as "suas verdades", a observar o mundo dentro de uma visão proativa de maneira a enxergar as oportunidades existentes, e deve estar preparado para se reinventar quantas vezes se fizer necessário.
E não se esqueça, nosso tempo é muito curto para perdemos ele com ações que não criem nenhum valor para nós e para a sociedade ao nosso redor.
Sejam felizes!
Nós, seres humanos temos uma facilidade de nos posicionarmos em uma "zona de conforto". Isto fica muito nítido quando observamos o ambiente corporativo, qualquer mudança gera muita insatisfação. Temos uma resistência demasiadamente forte quando nos deparamos com algo que irá nos fazer sair desta "zona de conforto".
Vejo isto acontecer no processo de implantação de um novo sistema eletrônico de processamento de dados, na definição de um novo formato de gestão, como por exemplo, no processo de gerenciamento de riscos. Sempre que houver uma mudança no "status quo", haverá uma força contrária que denominamos como resistência à mudança.
Mesmo empresas emergentes de sucesso, empresas da nova economia, uma vez estabelecida, tem a tendência de se tornar uma empresa conservadora, entrando no caminho inercial da gestão.
Esta síndrome da inércia destrói lentamente a capacidade de reinvenção das empresas, como dos profissionais. Ela inibe a capacidade de inovação da empresa e do profissional, e elimina qualquer chance de existência da inovação disruptiva. Precisamos entender que a capacidade de inovar através da ruptura de antigos modelos de negócios é essencial e fundamental para as organizações e profissionais manterem sua perenidade no mercado, de forma sustentável.
Sempre digo aos profissionais mais jovens que eles devem estar mais preocupados com a empregabilidade do que com o emprego, até porque, o emprego como conhecemos está em processo de extinção. Ter empregabilidade é poder oferecer a capacidade, conhecimento e habilidade que o mercado necessita.
Uma empresa ou um profissional terá sucesso quando tiver em seu portfólio a capacidade de solução para um problema existente, ou um problema ainda não percebido como problema. Uma empresa existe para resolver um problema de seu cliente, o mesmo acontece com um profissional, ele esta lá para resolver um problema para sua organização, que nada mais é do que seu cliente.
Precisamos entender que problema gera oportunidade! A inovação nasce de nossa insatisfação com uma situação, contudo a síndrome da inércia não nos permite enxergar desta maneira, e continuamos a pensar negativamente sobre problemas, que são dificuldades, que trazem mais estresse, dor de cabeça, muitas horas de trabalho e etc.
Somos todos formiguinhas, levantamos sempre na mesma hora, fazemos sempre o mesmo caminho, chegamos do mesmo jeito, falamos com as mesmas pessoas, tomamos o cafe no mesmo horário e assim passamos nossa vida.
Se fazemos tudo sempre do mesmo jeito, por qual razão vamos esperar resultados diferentes, isto é insano, como explica Einstein.
E se vemos tudo como sempre vimos, de que forma vamos encontrar oportunidades que estão escondidas nas oportunidades por trás das mudanças?
Se não sairmos de nosso "casulo", se não olharmos e entendermos o mundo ao nosso redor, nunca poderemos inovar. Uma empresa ou um profissional sem inovação, estará ultrapassado rapidamente. O desemprego atual é motivado pela crise econômica, contudo, uma parcela é consequência de profissionais que ficaram muito tempo parado em sua "zona de conforto", sofrendo da síndrome da inércia.
É justamente nesta fase de desemprego que o profissional, no meio do caos, terá a chance de se reinventar. O mesmo acontece com as empresas, é na crise que ela é forçada a se movimentar. Não é melhor momento para isto, pois os fatores emocionais estão muito presentes.
Estamos passando por um momento de profundas mudanças, sejam elas na relação da sociedade com o capital, na forma de se fazer negócios, na globalização das corporações e nas necessidades sociais e políticas. Ao invés de olharmos isto de forma negativa, devemos observar ao nosso redor e enxergar as inúmeras oportunidades que existem e que precisam de uma solução, uma solução realmente inovadora, que deixa de lado tudo aquilo que conhecemos.
Para isto, nem a empresa e nem o profissional podem se acomodar em seu sucesso atual, pois ele é efêmero. Precisamos esta em constante movimentação, procurando caminhos ainda não trilhados ou buscar uma nova forma de fazer algo que já esta sendo feito.
A inovação tradicional é o atributo que permite melhorias em uma ordem existente. Logicamente ela é importante, contudo ela não é revolucionaria, não traz nada que mude esta ordem existente, apenas contribui com a evolução. Este é o tipo de inovação que mais esta presente nas corporações. A inovação disruptiva por sua vez, "destrói" a ordem existente e cria uma nova ordem.
Este termo não é novo, foi cunhado pelo Prof. Christensen de Havard, baseado na teoria do economista austríaco Joseph Schumpeter que em 1939 criou o conceito de "destruição criativa" para explicar os ciclos de negócios no mundo capitalista.
Para finalizar, o profissional, empreendedor ou empresa que quiser ter sucesso na nova economia precisa ter a consciência da mudança e contar com um processo que constantemente o auxilia a questionar as "suas verdades", a observar o mundo dentro de uma visão proativa de maneira a enxergar as oportunidades existentes, e deve estar preparado para se reinventar quantas vezes se fizer necessário.
E não se esqueça, nosso tempo é muito curto para perdemos ele com ações que não criem nenhum valor para nós e para a sociedade ao nosso redor.
Sejam felizes!
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