Wednesday, September 22, 2021

Assessment Test - Control, Compliance & Substantive


 



Hi!

As you may know, one of my goals as a professional is to inspire people to innovate, thus helping to develop their knowledge, improving their skills.

For this, one of the ways I use is the creation of specialist figures, like the one above.

• When we are carrying out an evaluation of the process and the internal control system, whether by the internal controls area, or by the internal audit, it is very important that the definition of the procedures and techniques used are aligned with the nature of the evaluation, whether it is an evaluation performance, compliance, and/or accounting.

• The choice of which test to apply in gathering the evidence needed to issue an opinion must also take into account the scope and object of what is being evaluated.

• In this figure, the three types of existing tests and the attributes for their applicability are described, according to my understanding.

• You will usually find substantive and compliance tests in the existing bibliography, considering compliance to be the test that applies in the validation of control or else in the assessment of legal compliance.

• I segregate this test into two: control test, which is used to test the effectiveness of the control and compliance test, which is used to assess whether the activity and/or product of the process was performed in accordance with legal requirements.

I hope that this understanding and this figure is useful for your professional activities, and I am available for any doubts that may exist. Enjoy and follow us on Instagram, Linkedin, Facebook, and the TV Crossover Brazil channel on Youtube.

Be happy,

Eduardo Person Pardini


Saturday, July 10, 2021

Uma reflexão sobre o ESG - Environment, Social & Governance

 Neste programa faço uma reflexão sobre este tema que esta na agenda de todas as corporações que querem entrar para o rol das empresas progressistas. Demonstro em poucos minutos que os pilares da governança já trabalhavam todos estes atributos.

A diferença agora é que as corporações tem que sair do discurso para a ação.

Assistam o programa.


 

Sunday, March 28, 2021

Por que precisamos nos preocupar com o ESG – Environment, Social & Governance?


Todos os dias estas três letras estão mais presentes nas mídias e nas discussões corporativas. Elas estão presentes também, nas discussões estratégicas das empresas, principalmente aquelas no rol das corporações progressistas.

Uma das consequências da pandemia é que as fragilidades e vulnerabilidades corporativas ficaram mais expostas, mais latentes, requerendo das organizações uma revisão de sua dinâmica de negócios e um realinhamento de seu posicionamento no mercado.

Precisamos entender que o mercado tem visto o ESG como um risco de investimento e a não adesão e aplicação de ações baseadas neste conceito tem correlação com possíveis perdas financeiras.

Para ilustrar, vamos imaginar, por exemplo, quais impactos podem trazer para a organização quanto da materialização de um ato de corrupção em suas relações com terceiros, ou então, a ocorrência de um evento que impacte negativamente o meio ambiente, ou o tratamento discriminatório junto a um stakeholder. Qualquer um destes eventos pode trazer perdas de reputação e consequentemente perdas financeiras.

Este é um dos motivos para que a empresa esteja atenta para que sua operação e seus negócios não contribuam para o aumento da desigualdade social, ou destruição dos recursos naturais, da biodiversidade e assim por diante, impactando negativamente sua imagem e reputação.

A sociedade está mais madura em relação a estes temas, e mais exigente em relação aos produtos e serviços que consome, não somente em relação a qualidade, mas em relação de sua origem e qual o impacto que o consumo deste produto ou serviço traz para a qualidade do meio ambiente e/ou para a qualidade de vida da sociedade.

Este é um movimento mundial, que começou a criar corpo por meio de uma publicação do Banco Mundial em 2004 denominada “Who Cares Wins”, traduzindo: “Ganha Quem se Importa”.

Esta publicação teve a parceria do Pacto Global das Organização das Nações Unidas, de forma que considerar os 10 Princípios universais do Pacto Global como paradigma para implementação do ESG na corporação, pode ser um ponto de partida interessante.

Já existem fundos considerados ESG os quais investem somente em empresas e negócios com premissas socioambientais. Existem pesquisas que demonstram a intenção de investidores não investirem em produtos e/ou serviços que não estejam alinhados com o ESG, de forma que a empresa que não estiver alinhada, além de ter seu valor duramente impactado, aumenta o seu risco de continuidade.

Existem algumas empresas que já fornecem os “ratings” de ESG, mas ainda não existe um padrão e nem um entendimento único, gerando confusão e dificuldade de comparação. Não é um processo simples, mas está em amadurecimento, e acredito que chegar em uma padronização será uma questão de tempo.

Nesta esteira, já existem organismos solicitando que as grandes empresas, voluntariamente, publiquem, em seus relatórios, suas ações e impactos em ESG, e possivelmente os órgãos reguladores deverão, em pouco, tempo, incluir como requisito de transparência.

Ao meu ver, independentemente de ser uma exigência legal, as empresas que quiserem estar na vanguarda, deverão incluir em seu portfólio, ações efetivas relacionadas com o ESG, e de forma bem transparente, levar ao público, sua preocupação com a proteção do ambiente e do social, com uma base sólida de governança.

Espero que tenha sensibilizado vocês sobre a importância que este tema deve ter nas discussões estratégicas de sua organização. Agora vamos entender um pouco mais sobre o que está por trás de cada uma das letras desta sigla, de forma a contribuir para o direcionamento das ações necessárias para a condução deste programa:

Environmental (Ambiental)

As decisões de gestão devem sempre levar em conta a sustentabilidade, optando por ações que de alguma forma contribua com a redução de emissão de gases, uma melhor gestão de resíduos, maior proteção da biodiversidade, utilização, em sua operação, de produtos e materiais reciclados, sustentáveis ou biodegradáveis, incluindo a utilização e gestão racional da água e energia. O ponto aqui não é somente de ações não poluentes ou degradantes, mas também ações que recuperem a biodiversidade e melhorem a qualidade ambiental.

Social

É o compromisso com a inclusão e diversidade em seus quadros de colaboradores, terceirizados e prestadores. Tem especial atenção com a saúde e bem estar de seus colaboradores, proporcionando melhor qualidade de vida para ele e seus familiares. Considerar que suas ações podem e irão impactar a comunidade onde está inserida, podendo, muitas vezes, estender para toda a sociedade, de forma que devem ser muito bem planejadas e alinhadas com este quesito social. O respeito ao consumidor, e se for o caso, a proteção e bem estar dos animais que fazem parte de seu ecossistema.

Governance (Governança)

Este item está muito relacionado com um dos pilares da governança corporativa que á a responsabilidade corporativa e social. Ele abrange o equilíbrio das decisões de liderança, processos de sucessão, equilíbrio entre lucro e criação de valor a todas as partes relacionadas de forma sustentável. Comprometimento e promoção de ambiente pautado por valores éticos, morais, a aplicação das melhores práticas de gestão para a identificação, avaliação e tratamento dos riscos, inclusive os de “Compliance”, além do apoio para a existência de um efetivo sistema de controles internos.


A aplicação de todos estes conceitos deve seguir a mesma estrutura utilizada para qualquer outra boa prática a qual tenha impacto na cultura da organização. É preciso um processo contínuo de sensibilização de toda a organização, terceirizados, prestadores e fornecedores em relação aos atributos ESG.

O comprometimento inequívoco da estrutura de governança (conselho, comitês estatutários e gestão executiva) com os padrões exigidos pelo ESG é condição precípua para a efetividade do programa, que não pode ficar somente no discurso, ou nos relatórios, mas estar integrado nas ações da corporação.

Transparência, estrutura formais (políticas, procedimentos, gestão de riscos e comunicação) e processo de monitoramento contínuo e independente, são atributos que devem estar presentes para a efetividade do programa ESG.

O amadurecimento de todo este processo é parte da vivência, da execução, do monitoramento e do aprendizado obtido, gerando ações de melhorias.

Neste sentido as três linhas de gestão devem estar e tem responsabilidades claras sobre isto:

·         Gestão (1ª Linha) – Modelagem, implementação, gestão, controle, monitoramento e ações de melhoria.

·         Especialistas (2ª Linha) – Apoio na criação, modelagem implementação, avaliação dos riscos e vulnerabilidades, ajuda na definição dos tratamentos aos fatores de riscos, e no processo de monitoramento.

·         Auditoria Interna (3ª linha) – Avaliação independente se os riscos relacionados com ESG foram adequadamente identificados, avaliados e tratados; se as ações de mitigação e contingência existem e são eficazes, e se o ambiente de governança está alinhado aos requisitos do ESG.

Deve haver um foco ampliando de toda operação e seus impactos nas atividades externas; o conhecimento da dinâmica dos ciclos de negócios, segmentados por processos operacionais e tarefas é imprescindível; entender as ameaças, exposição, vulnerabilidades são pontos essenciais para a condução de todo este processo.

Os especialistas em controles internos devem contribuir efetivamente na implementação dos atributos ESG em toda a organização, e os auditores interno, devem a partir de agora incluir a avaliação do ESG em seu escopo de trabalho, sem exceção.

Para finalizar gostaria de deixar uma pergunta para reflexão:

O que sua organização faz de especial para ela de forma a se tornar especial para a sociedade?

Não acredito que a organização tenha que se tornar casa de caridade, mas ela tem responsabilidades na gestão sustentável do capital. Não é possível mais colocar o lucro acima de tudo.  

Seja Feliz!

Friday, February 19, 2021

Internal controls, the responsibility of everyone!


Questioning who is responsible for internal controls is a common and recurring situation in the corporate world. When the company has an area of ​​internal controls, it is attempted to wrongly attribute this responsibility to it.

Why does this happen?

In my opinion, this behavior is a consequence of the lack of maturity in the management process in relation to good practices, in line with the fragility of a university that does not properly teach managers.

This weakness is evident when, managers and other professionals, relate internal controls to bureaucracy and / or “plastering” the business process. They fail to see and associate that internal control is a response to the action of mitigating a risk factor, which results in increasing the company's ability to achieve its strategic objectives.

The maturity of governance involves the improvement of the internal environment through the strengthening of the culture in the use of good management practices and the consolidation of awareness of risks and controls.

An essential point for this to happen is the correct addressing of the responsibility of each person within the organization in relation to the internal control system.

The model of the three management lines helps us to demonstrate these responsibilities, and was the basis for the construction of the diagram that I prepared to facilitate this understanding.

Let's see:

1. Governance Structure - I include here the Board and statutory committees, which are responsible for promoting the appropriate environment for the culture development and awareness of risks and controls. In addition, they must be committed to good management practices, supervising and monitoring the application of these concepts by the executive and operational management, following up on the implementation and improvement of internal controls.

2. Executive and Operational Management - In this case, executive management is the president and his directs, while operational management is the managers below the executive management line. The responsibility lies in exemplifying the commitment to internal controls, and in defining, implementing, executing and supervising the internal control system in order to keep operational risks within acceptable limits, as defined by the corporate risk appetite. This first line of management are the “owners” of risks and control, with no exception.

3. Specialists - Responsible for supporting the executive and operational management, first line, to apply the best management practices for the modeling, implementation, maintenance and improvement of the process and its internal control system integrated with the corporate risk management structure. This group includes specialists in internal controls, specialists in risk management, compliance and governance. They are the second line of management.

4. Internal audit - It is an independent and objective activity, usually reporting to the governance structure, with the objective of adding value, through the application and execution of an independent and objective evaluation on the internal control, risk management and corporate governance systems.

As you may see, every single person within an organization, without exception, has explicit responsibilities regarding internal controls, either in their design, implementation, execution or in their quality.

However, the greatest responsibility is left to the executive management (president and its directs) which must promote the properly environment, based in the ethics and best practices, in order to create the culture where all managers and employees recognize their responsibility for the existence of high quality internal control system.


I would like conclude this article with this quote:

“The great enemy of truth is often not the lie - deliberate, contrived and dishonest - but the myth - persistent, persuasive and unrealistic” J.F.Kennedy

 

Always, be happy!