Sunday, April 27, 2014

Até o otimismo tem seus limites!



Algumas pesquisas demonstram que existe uma visão positiva para os próximos 24 meses, por parte dos empresários e executivos sobre as condições econômicas no Brasil.

É bem verdade que quando olhamos para o curto prazo encontramos uma inflação que preocupa, mas não assusta ainda, ouvimos um compromisso do ministro Mantega com as metas de poupança interna, além de existir uma situação de pleno emprego, e etc.

Mas quando olho para 2015, por exemplo, não consigo manter meu otimismo, vejamos o seguinte:

O ano de 2014 é um ano atípico, pois teremos o evento da copa do mundo, assunto este que tem sido discutido intensamente pela mídia, tirando o foco da dura e real realidade de um País debilitado. Logo em seguida, haverá as eleições, e depois entramos na fase de final de ano, e quando menos se espera, entraremos em 2015, já pensando nas olimpíadas!

Isto quer dizer que os reflexos da situação econômica na qual vivemos somente serão sentidos em 2015, pois,  as correções deverão acontecer, por mais que se procrastinem, estas correções serão necessárias.

Uma das principais correções diz respeito a aumento do combustível, preço este que foi erroneamente represado ás custas da saúde financeira de uma das maiores empresas brasileira.

Sabemos que está correção irá desencadear aumento nos custos dos transportes, que por sua vez pressionará os alimentos e outros itens de consumo, pressionando a inflação.

Alguns itens de nossa alimentação já estarão com seus preços pressionados devido ao grande período de seca por qual passa a região sudeste, e está mesma seca irá criar um ônus para os consumidores pelo aumento da tarifa de água, esgoto, como também no custo da energia elétrica. O aumento do custo da energia elétrica impacta diretamente no setor de transformação, que também contribuirá para os aumentos dos preços no mercado.

Aquele ato populista de redução dos juros através de uma ordem da presidência, já nasceu com seus dias contados, e já estamos presenciando o seu fim, pois os juros subiram e devem seguir em alta, pois infelizmente é a única ferramenta que a limitada área econômica tem para conter a crescente inflação.

Precisamos também levar em conta que o crescimento e expansão do mercado e do PIB estão prejudicados, primeiro por que estamos vivendo em pleno emprego, isto significa que falta mão de obra qualificada para o crescimento das indústrias e empresas; e segundo devido falta de estrutura básica para o escoamento da produção, agrícola ou de transformação. Podemos até mencionar que a falta de investimento nos últimos 20 anos na geração de energia também contribui para limitar este crescimento.

Outro fato importante, que deve ser considerado, é a redução dos investimentos externos no mercado brasileiro, e o motivo não é a inflação e nem a fragilidade da economia, acho que isto não seria o problema, pois, temos um mercado jovem e com vontade de consumir. O que afugenta o investidor estrangeiro é quando o governo se torna maior do que as instituições, com forte impacto no desrespeito aos contratos, isto sim é o problema.

Se não vamos receber dinheiro de fora, teremos que viver com a nossa geração de riqueza, a qual está comprometida com previdência, serviços públicos e serviços sociais, isto quer dizer existirá escassez de verbas para investimentos. A população também está endividada, limitando a expansão do mercado através de linhas de crédito, o qual será limitado e caro.

Posso até considerar uma desvalorização do real para o equilíbrio das transações internacionais, reduzindo a capacidade de importação e melhorando a possibilidade de exportação, pois isto pode ser uma resposta a nossa tímida política de comercio exterior que não fez a lição de casa assinando acordos comerciais.

Vejam, independentemente de partido político, o nosso país passa por um apagão de excelência na gestão, os problemas acima apontados, são reflexos disto.    

Quando faço esta leitura, não consigo entender o otimismo dos executivos nos próximos 24 meses, me parece, que estão se baseando de forma míope, no curtíssimo prazo, o que não seria uma novidade, pois temos uma dificuldade de enxergar a longo prazo.

Agora, isto não é o final do mundo, o importante é estar preparado para passar por momentos conturbados, como?
·          
  • Tendo um plano continuo de redução “inteligente” de custos e despesas,
  • Fazendo uma gestão de riscos corporativos de qualidade,
  • Explorando as oportunidades de forma estratégica,
  • Criando um ambiente interno de engajamento e observando as melhores práticas de gestão,
  • Apoiando a inovação e mantendo talentos em seu quadro de colaboradores,
  • Fundamentando uma governança corporativa adequada para seu negócio.

Não é tarde, ainda é possível se preparar, mas é muito importante que a liderança esteja comprometida com a ética, com a sustentabilidade e com a perenidade da empresa.

Seja feliz!

Saturday, March 22, 2014

NÃO SEJA INFELIZ PROFISSIONALMENTE, O SEGREDO É ACREDITAR EM VOCÊ!


Todos os dias, vejo pessoas infelizes, e isto é normal, pois não é possível ser feliz todos os momentos, na realidade a felicidade está nos pequenos momentos.

Entretanto o que me chama atenção é com a quantidade de pessoas infelizes com sua vida profissional.

Uma pesquisa realizada pelo instituto Gallup em 2013 demonstrou que apenas 13% dos profissionais estavam engajados com seu trabalho, e outra pesquisa realizada pela revista Você S/A no ano de 2007 indicava que 84% dos executivos estavam infelizes com seu trabalho.

Esta condição de infelicidade profissional abrange os indivíduos, independente de cargo, empresa e/ou salário; este sentimento é muito mais observado em épocas de crise onde o profissional, mesmo não gostando do que faz, procura se proteger, pois sabe que será difícil encontrar outro local para trabalhar.

Outro dia ouvi a seguinte colocação que me fez refletir sobre o assunto:

“Não gosto do que eu faço, e nem de onde trabalho, mas como mudar? Como deixar o emprego? Só sei que o que realmente gosto está cada vez mais longe, parece uma utopia.”

Ou então:

“Quando me aposentar, vou poder fazer o que eu gosto”

É certo, que com as mudanças enfrentadas no ambiente de negócios, a vida corporativa se tornou mais complexa, existe uma maior cobrança para o aumento de produtividade, as organizações passam por mudanças, a tecnologia tem um impacto significativo no modelo de trabalho e com isto a vida profissional também passa por momentos difíceis e momentos de ajustes.

É interessante observar que o dinheiro, base de troca do trabalho, passou a ter uma posição secundária no quesito felicidade, pois a satisfação pessoal tem se tornado mais importante para a felicidade profissional.

O que me questiono é porque ainda convivemos com esta infelicidade sem nada fazer para mudar. Porque passamos pela síndrome do domingo e segunda, sem procurarmos trilhar outro caminho.

Sei que alguns irão pensar, mas tenho responsabilidades, preciso do emprego, se não trabalhar como vou viver?  Entendo que todos nós temos responsabilidades e precisamos dos empregos para viver, mas ser infeliz para cumprir com estas responsabilidades não me parece ser o caminho adequado.

Uma pessoa infeliz no que faz não se engaja na organização, entra em sua zona de conforto, e com isto tem uma grande possibilidade de não trazer resultados positivos para a empresa. Este com certeza é o caminho para a demissão, ai é que as coisas realmente ficarão complicadas.

Dinheiro, como já afirmava Maslow, não é um item motivacional, ele faz parte sim, mas o que precisamos é dar um sentido para nossa vida profissional, algo além do que apenas trabalhar em troca de um salário.

Ficar parado reclamando da empresa, do chefe, dos companheiros, de que não é reconhecido, de que o salário esta baixo, não é a melhor atitude, pois se lembre de que você está nesta situação porque quer, ninguém está te obrigando, é uma escolha sua e de mais ninguém.

Esta na hora de mudar, esta na hora de ser feliz sim com sua vida profissional, ou você quer passar a vida escalando a montanha para depois, quando atingir o topo, verificar que escalou a montanha errada!

Somente você pode mudar sua história, o final é você que escreve!

Não estou dizendo que você tem que jogar tudo para cima na segunda-feira, não é isto. O que quero é que você seja feliz no que faz, e isto não quer dizer que tenha que mudar de empresa, algumas vezes pode ser está a saída, mas entenda que as organizações são muito parecidas, e olha disto eu entendo, pois passei por muitas durante minha vida corporativa, e pude verificar que os desafios e os problemas são muito parecidos.

Eu não falo sobre aquilo que eu não tenha passado, tudo que escrevo neste blog é resultado de minha experiência vivenciada nos últimos 30 anos como profissional, nos momentos bons e nos momento ruins, em empresas multinacionais, ou em empresas locais, familiares ou não.

Antes de qualquer coisa, faça um inventario das coisas que você não gosta, ou não lhe traz prazer, na organização e/ou na atividade que você exerce. É muito importante você conhecer o que não lhe faz bem.

Agora faça um inventário das coisas que você faz que realmente gosta, procure entender o porquê isto lhe traz prazer.

Muito bem, o plano agora é você trabalhar para neutralizar as coisas que não lhe faz bem, seja uma atividade, um relacionamento com alguém dentro da organização, etc. 

Verifique se não existe outra forma de realizar esta atividade, ou então fale de maneira clara, mas com cuidado para não piorar as coisas, o que lhe incomoda no relacionamento, e observe que a pessoa nem sempre sabe deste seu sentimento, ela muitas vezes não faz por mal, é porque nunca ninguém falou nada. Aqui está a importância de uma comunicação clara e transparente no ambiente organizacional.

Agora, veja de que forma você pode potencializar as coisas que você relacionou como sendo positivo. Trabalhe estes quesitos, descubra como torna-los mais importante no seu dia-a-dia.

Isto é estratégia aplicada em sua vida profissional, é trabalhar com inteligência, com certeza somente com está atividade de reconhecimento, sua atitude também será outra, muito mais positiva, o que é muito importante para que tenha sucesso e felicidade nesta jornada.

Você esta criando um sentido para você e sua vida profissional, e com este quesitos conhecidos e trabalhados, você passa para outro estagio, que criará os fundamentos adequados para sua satisfação profissional. Não existe receita para a felicidade, mas posso indicar alguns caminhos que para mim funcionou, vejamos abaixo:


  1. Tenha uma visão empreendedora, não esqueça que a relação profissional- empresa é uma troca, onde você vende um serviço que a empresa necessita e ela paga por isso, então, para que seu cliente fique feliz, você deve procurar entregar serviços inovadores e com alta qualidade;
  2. Esteja sempre um passo a frente, se você é supervisor, trabalhe como um gerente; se você é gerente, atue como um diretor, se você é diretor, tenha atitudes de um presidente. Se você é o presidente tenha atitudes de acionista;
  3. Seja um profissional agregador, crie um sentido não somente para você, mas para sua equipe também;
  4. Tenha uma atitude positiva, equilibre o estratégico com o operacional;
  5. Transmita suas ideias de forma clara e objetiva, comunique-se;
  6. Seja humilde para reconhecer seus erros e fraquezas, e trabalhe para neutraliza-las.

Acredite em você! Entenda que você não precisa ser infeliz em sua vida profissional, trabalhe naquilo que gosta, se não for agora, tenha um plano factível para alcançar esta situação, não deixe o tempo simplesmente passar, tenha atitude vencedora!

Toda hora é hora de recomeçar, que tal nesta segunda-feira?

Seja feliz!

Wednesday, February 26, 2014

A governança corporativa como resposta efetiva aos tempos de incertezas!


 
Cada vez mais fica claro que os prognósticos para o ano de 2014 não serão dos melhores, nem para o mercado domestico e nem para o mercado internacional. Onde há pouco tempo havia previsões otimistas de crescimento e expansão, hoje existe uma grande duvida sobre o futuro do mercado e dos seus resultados.

Neste cenário de incertezas é que uma gestão moderna e efetiva faz a diferença, pois ela não espera a crise bater em sua porta para agir, ou melhor, reagir muitas vezes de maneira pueril, destruindo valores corporativos importantes para a continuidade, ela se prepara para a crise.

Como sabemos a existência da empresa está centrada na capacidade de criar valor para às partes relacionadas, e toda a sua estrutura e organização será desenhada para atender está sua missão. O grande problema é que as empresas, como também nós os seres humanos, temos uma grande capacidade de entrar em uma zona de conforto, região extremamente perigosa, pois anula o nosso senso critico e cria, na organização, o que chamo de miopia gerencial.

O ambiente de negócios a cada dia fica mais complexo pela a entrada de novas tecnologias, novos players no mercado, maior virtualização e mobilidade, novas leis e regulamentos, etc.

Neste novo ambiente as organizações devem estar em constante movimento para se adaptar as novas condições de mercado, e isto requer estruturas mais enxutas e flexíveis, menos capital aplicado em ativos de baixa liquidez, uma estrutura de custos otimizada, forte investimento em pessoas para fomentar a inovação, além de produtos e/ou serviços de reconhecida qualidade.

Neste novo mundo dos negócios não existe mais espaço para a inércia, para a mediocridade, improvisação, e nem para uma gestão reativa. As empresas que quiserem ter sucesso a longo-prazo devem estar sempre um passo a frente do mercado, e isto, além de ter pessoas preparadas e capacitadas, requer atitude proativa, foco na inovação, visão de longo-prazo, alinhamento do capital - talento humano - Retorno.

Os lideres tem que entender que não é possível relaxar durante períodos sem turbulências, pois com certeza em algum momento elas virão, é natural, faz parte do ciclo da vida de qualquer empresa. Devem buscar permanentemente ter um total domínio das suas atividades.

Sugiro as seguintes ações e atitudes, que conduzidas de forma contínua, podem promover condição necessária para o sucesso e para a sustentabilidade da organização nos momentos de turbulência:

·         Ter uma governança corporativa efetiva, alinhando os processos com as metas estratégicas, com a ética e com as melhores práticas de gestão,
·         Manter um programa de excelência para a capacitação e desenvolvimento de seus colaboradores. A empresa que não cuidar deste quesito com a atenção merecida, está decretando sua sentença de morte.
·         Promover junto aos seus colaboradores a disseminação da busca de ideias inovadoras,
·         Estabelecer um programa de redução de custos contínuo e sustentável, alinhado com as necessidades estratégicas. Isto deve ser uma atitude de todos os tomadores de decisão, fazendo parte de suas metas individuais;
·         Implantar a atitude de “tolerância zero” para a incompetência e para o desperdício, principalmente para os itens considerados como desperdícios ocultos, exemplo: reuniões mal planejadas.
·          Promover uma gestão de risco efetiva, de forma que esteja inserida na cultura organizacional, onde as ações sejam orientadas para a mitigação dos eventos que possam impactar de forma negativa a capacidade da empresa de atingir suas metas estratégicas;
·         Estabelecer um programa contínuo e sustentável de revisão dos processos operacionais e do seu sistema de controles internos, através da contratação de especialistas em controles internos, com o objetivo da busca contínua de obtenção de processos mais eficientes, eficazes e econômicos,
·         Implantar um programa de “compliance” robusto,
·         Manter um processo de monitoramento independente de sua governança, seu processo de gestão de riscos e de seu sistema de controles internos.

Como sempre digo o sucesso não é uma questão de sorte, é uma questão de escolha!

Fevereiro 2014, São Paulo, Brasil

Friday, February 14, 2014

Empreendedorismo: Cinco dicas para a gestão do fluxo de caixa para empreendedores no processo de startup


O empreendedor na fase de startup tem como característica se concentrar em seu “core business”, deixando em segundo plano uma atividade que é base para o sucesso do empreendimento, o controle do fluxo de caixa.

Tenho visto planos excelentes no ”PowerPoint”, demonstrando lucros futuros excelentes, curvas de crescimento de dois dígitos, geração de caixa operacional para seu retro financiamento, mas na hora da verdade o empreendimento perece por um simples motivo, falta de dinheiro.

Como uma forma de alerta, abaixo indico cinco dicas para uma gestão do fluxo de caixa de forma a aumentar a possibilidade do empreendimento, são eles: 

1 – Lucro e Caixa são duas coisas diferentes, lembre-se disto!

Primeiro de tudo entenda que ter resultados positivos (lucro) é diferente de ter caixa (dinheiro). O lucro é meramente uma figura contábil, não é possível pagar uma conta com o lucro. A contabilidade pode ser muito mais complicada do que você imagina, por isso todo o empreendedor precisa, antes de iniciar o seu negócio, obter conhecimento dos conceitos básicos da contabilidade para que não tome ações equivocadas, o que pode custar muito caro para o empreendimento. Logicamente você deve perseguir o lucro, mas lembre-se de que ter lucro não quer dizer que exista dinheiro no caixa disponível para o pagamento das contas, ele pode estar aplicado em outros ativos com menos liquidez!

2 – Controlar o caixa mentalmente não funciona, tenha um controle formal do Fluxo de caixa!

Outra coisa interessante, neste estagio, é que o empreendedor acredita que pode controlar seu fluxo de caixa de forma mental.  Não há nada pior para o empreendimento do que isto! Este é um assunto que deve ser estruturado, dentro das condições existentes da operação, com o mínimo de formalismo, a forma intuitiva aqui não irá funcionar. É necessário conhecer de maneira quando a venda realizada irá ser transformar em dinheiro, como também, conhecer na linha do tempo, quando você irá precisar de dinheiro para pagar seu fornecedor.  Lembre-se que, o que quebra uma empresa não é a falta de lucro, mas sim a falta de caixa, e dinheiro é fato, ou tem ou não tem!

3 – Estoque consome dinheiro!

Se para a operacionalização de seu empreendimento você necessita comprar produtos para comercializar ou para transformar em outro produto, tenha em mente que existe um tempo para que ele se transforme em dinheiro novamente, e isto somente acontece quando o cliente pagar pelo produto. Neste meio tempo, você não pode esquecer que provavelmente neste período tenha a necessidade de pagar seu fornecedor, se seu ciclo operacional não estiver “casado”, possivelmente você terá que pagar antes de realizar e/ou receber o valor da venda. Lembre-se que cada Real que você colocar no inventário (estoque) é um Real a menos que você terá no caixa!

4 – Não considere os seus recebíveis como certo e liquido, seja conservador em sua previsão e estimativa!

O contas a receber refere-se ao dinheiro que os clientes devem para a empresa devido à aquisição de produtos e/ou serviços.  Imagine que se seu cliente não tiver um controle de caixa e/ou uma situação financeira sob controle, ele pode não pagar na data planejada. Por isso deve haver uma avaliação muito criteriosa destes valores a receber, e não se pode contar com 100% de certeza que o cliente irá pagar na data prevista, desta forma é muito importante trabalhar com uma previsão realista das entradas de caixa oriundas do recebimento de clientes. Lembra-se que, como nos estoque, cada Real no contas a receber é um real a menos em dinheiro no caixa!

5 – Dinheiro no banco não é lucro e não necessariamente disponível para gastos fora da operacionalidade da empresa!

Outro grande erro do empreendedor, não somente nesta fase, é de considerar o saldo existente no banco como sendo lucro, ou então disponível para outros gastos fora do fluxo de caixa financeiro da empresa. Como já comentamos no item 1 acima, dinheiro não é o mesmo que lucro, a empresa pode ter lucro, mas não tem dinheiro, porque está aplicado em ativos sem liquidez imediata, ou então pode acontecer ao contrário, ela não tem lucro, mas tem dinheiro no caixa.

Estas são cinco dicas importantes para o planejamento e gestão do fluxo de caixa para os empreendedores em processo de startup.
Lembre-se que se você não conseguir trabalhar e controlar o fluxo de caixa financeiro do empreendimento possivelmente você também poderá falhar na gestão do seu negócio.

Seja feliz!